Me fascina o poder criativo da água do chuveiro e o seu mais eficiente artifício - a obrigação que me é imposta de treinar a memória, afinal, papéis molham e se desmancham lá, certo? Sem ainda mencionar, é claro, seu poder curativo e de reflexão... Lágrimas lá parecem não molhar e os devaneios irrompem como a própria água quando cai nos ombros.