A VERSÃO ORIGINAL
"Era uma vez uma donzela que caminhava pela beira de um rio quando ouviu um "psiu". Era um sapo, que lhe contou que na verdade era um príncipe amaldiçoado, transformado em sapo por uma bruxa malvada com poderes mágicos. Se a donzela o beijasse, o sapo voltaria a ser príncipe. A donzela acreditou no sapo, beijou-o, ele se transformou de novo em príncipe e os dois se casaram e viveram felizes para sempre."
A VERSÃO DE FERNANDO VERÍSSIMO
"Jovem empresária caminhando pela beira do rio artificial do seu condomínio fechado ouve o "psiu", depois a conversa do sapo, e - diante dos protestos do sapo - raciocina em voz alta:
-Um príncipe, hoje, não vale muita coisa. Mais imagina o que eu posso ganhar com um sapo falante, só em cachês!
E ela fez muito dinheiro e viveu feliz com o sapo numa gaiola para sempre."
AS VERSÕES F-GIRL
Na África. Mulher passa pela beira de uma poça e ao se abaixar para beber o que resta daquela água, ouve um "psiu". Era o sapo. Após a moça ouvir toda aquela lenga-lenga, o sapo pede para ser transformado.
-Transformado? Só se for em canja!
Nossos tempos, em que tudo está ao contrário. Os carros são as pernas e o afeto está na carteira. Uma fêmea passa e ouve um homem a chamando. Ele conta que foi transformado em homem por uma mulher boa e queria voltar a ser sapo. Ela achou normal e o beijou.
Na Era em que as mulheres não traem e os pais são liberais.
Mulher passando, ouve aquela mesma história e o pedido do animal.
-Não dá, sou casada, mas levo você para a minha filha.
segunda-feira, julho 18, 2011
quarta-feira, fevereiro 16, 2011
sábado, janeiro 15, 2011
Não danço por dançar.
Danço num campasso ritmado desventurando emoções, compartilhando expressões.
Danço na esperança de purificar a alma, na esperança de reservar minha sanidade e calma.
E neste compasso acelerado vou sentindo, criando, reproduzindo, movendo, dançando.
Me liberto.
Danço na esperança de purificar a alma, na esperança de reservar minha sanidade e calma.
E neste compasso acelerado vou sentindo, criando, reproduzindo, movendo, dançando.
Me liberto.
O retrato
Uma foto não é um simples símbolo do passado. É uma lembrança que ficará guardada até que o papel se desmanche, até que a memória se desfaça neste ato súbito e convicto que é o esquecimento.
Um passado real cheio de valor e sentimentalismo que é agora substituído por um sentimento único, angustiante e quase indescritível, a saudade. Uma saudade que vem para inflamar-nos as entranhas, para corroer nossos corações e para dar vida às nossas mais doces recordações.
Um passado real cheio de valor e sentimentalismo que é agora substituído por um sentimento único, angustiante e quase indescritível, a saudade. Uma saudade que vem para inflamar-nos as entranhas, para corroer nossos corações e para dar vida às nossas mais doces recordações.
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